A família de Catarina Miranda está a viver dias de verdadeira angústia. A concorrente do Big Brother Verão, da TVI, continua completamente alheia à tempestade que se instalou cá fora, sem imaginar o impacto que as suas discussões dentro da casa estão a causar.

Tudo começou na última gala de domingo, quando Catarina, de 26 anos, e Kina, de 62, se envolveram num confronto aceso. Em direto, a ribatejana acusou a colega de ter feito comentários ofensivos sobre a sua mãe — uma troca de palavras que deixou o público chocado e a produção em alerta.
Mas o drama não ficou dentro da casa. Cá fora, Maria do Rosário, avó de Catarina Miranda, decidiu quebrar o silêncio numa entrevista exclusiva à TV Guia. A mulher de 75 anos, que conquistou simpatia do público aquando da primeira participação da neta no Big Brother, confessou estar a sofrer profundamente com tudo o que tem visto.
“É uma coisa desnecessária, que incomoda qualquer pessoa, a maneira como dizem as coisas”, começou por desabafar. “A dona Kina já tem idade para saber o que diz. A Catarina pode ser um bicho de sete cabeças, mas não se ouve a dizer asneiras. Claro que ela os pica, mas já sabiam que ela era assim. Já a conhecem de outros programas.”
Com voz embargada, Maria do Rosário defendeu a filha e a neta, deixando claro que as palavras de Kina foram cruéis e injustas.
“É algo que cai sempre mal. Ninguém tem nada a apontar à mãe da Catarina. Sempre as ensinei a ter juízo e calma. Chamar aqueles nomes sem conhecer de lado nenhum, sem saber nada da nossa história… Não achei bem. O ‘Big’ já devia ter posto um travão há mais tempo.”
A avó, visivelmente magoada, revelou ainda que a família está emocionalmente desgastada com o rumo do jogo e com a imagem que a neta está a transmitir cá fora. “Ela não faz ideia do que se está a passar, está lá dentro a ser julgada por tudo o que diz e faz”, lamenta.

Enquanto o público se divide entre críticas e apoios, o drama familiar de Catarina Miranda promete continuar a dar que falar.
Dentro da casa, a concorrente segue sem saber que, do lado de fora, a avó luta em silêncio — entre a dor e o orgulho — por ver a neta resistir ao jogo mais implacável da televisão portuguesa.